Em elaboração.
A CISMA DO CABOCLO A Valdomiro Silveira Cisma o caboclo à porta da cabana. Declina o sol, mas, rúbido, espadana Ondas fulvas de luz. No terreiro, entre espigas debulhadas, Arrulham, perseguindo-se a bicadas, Dois casais de pombinhos parirus. A criação de penas se empoleira; Come a ração no cocho da mangueira Um velho pangaré. E uma vaca leiteira e bois de carro Pastam junto à casinha, que é de barro, Coberta de sapé. Longe, uma tropa trota pela estrada. E a viração das matas, impregnada De perfumes sutis, Traz dos grotões, que a sombra, lenta, invade, O soturno queixume de saudade Das pombas juritis. Cisma o caboclo. Pensa na morena Que ...